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O CICLO INTERCULTURAL DE INICIAÇÃO ACADÊMICA PARA ESTUDANTES INDÍGENAS DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA.

AUTOR: ROSELI ALVES.

ORIENTADORA: Prof.a Dr.a Isabel Cristina Rodrigues.

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RESUMO

A partir da implantação da Lei Estadual No 13.134/2001, modificada posteriormente pela lei No 14.995/2006, que estabeleceu a criação das vagas suplementares para os indígenas nas universidades públicas do Estado do Paraná, várias foram as estratégias da Comissão Universidade para os Índios (CUIA) visando fortalecer o ingresso, a permanência e a integralização dos cursos pelos estudantes universitários indígenas nas Instituições de Ensino Superior do Estado do Paraná (IES) beneficiados pela lei. Dentre estas, está a experiência da implantação do Ciclo Intercultural de Iniciação Acadêmica pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), o qual foi criado em 2013 e implantado em 2014. Ao ser aprovado no Vestibular dos Povos Indígenas, o estudante se matricula passando a frequentar o Ciclo obrigatoriamente por um ano e, sendo aprovado, realiza a matrícula no curso de graduação de sua escolha. Este curso tem como meta fortalecer a permanência destes estudantes na UEL, diminuindo a evasão e consequentemente elevando o índice de formandos. Consta no trabalho, primeiramente, as contribuições da CUIA-Estadual – a qual figura como principal responsável e norteadora de políticas de permanência dentro das IES – segue mostrando as demandas da CUIA-UEL e, posteriormente, descreve o Ciclo como instrumento de ação necessário ao fortalecimento da política pública de ação afirmativa no Paraná. Como referencial teórico apresenta-se especialmente as contribuições dos pesquisadores de ações afirmativas e da inserção dos povos indígenas nas universidades do Estado do Paraná, a compreensão sobre as Fronteiras Étnicas, por Fredrik Barth (1998), a Teoria de Campo de Bourdieu (1996), as relações entre “agentes colonizadores” e “colonizados” ensinados por Balandier (1969) no campo da Antropologia Política, seguindo a orientação metodológica para o estudo de caso abordado por Yin (2001) e para as entrevistas semiestruturadas utilizou-se da técnica do gravador de acordo com Queiroz (1991). O estudo teve como metodologia o acompanhamento das reuniões e atividades do Ciclo Intercultural e das ações da Comissão Universidade para os Índios (CUIA); realização de entrevistas abertas semiestruturadas com integrantes da CUIA e com os estudantes e educadores do Ciclo; revisão da literatura sobre o assunto e análise dos atos normativos de criação e funcionamento do mesmo. Com este trabalho espera-se refletir sobre a possibilidade de ampliação do “Ciclo Intercultural” para as IES públicas do Paraná.

Palavras-chave: Povos Indígenas. Ciclo Intercultural. Ensino Superior. Políticas Públicas. Ação afirmativa. Paraná.

 


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